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Religião

    A grande maioria dos gregos são cristãos sendo está fé seguida por 92% da população. A Igreja Ortodoxa Grega é a principal denominação religiosa do país e representa quase toda a população do país, e que é constitucionalmente reconhecida como a religião dominante da Grécia. Outras religiões importantes incluem o catolicismo, o islamismo e o protestantismo. De acordo com uma pesquisa de 2005 do Eurobarômetro, 81% dos cidadãos gregos acreditam que existe um Deus, enquanto que 16% acreditam em algum tipo de espírito ou força vital e 3% responderam que não acreditam que haja algum tipo de Deus, espírito ou força vital.

    A Igreja Ortodoxa Grega (Grego: Ἑλληνορθόδοξη Ἐκκλησία Hellēnorthódoxē Ekklēsía) é formada por várias igrejas autocéfalas (independentes, mas ligadas pela comunhão supranacional), dentro da Ortodoxia cuja liturgia é tradicionalmente realizado em Koiné, a língua original do Novo Testamento, e cujo clero é totalmente ou predominantemente grego ou foi durante grande parte de sua história, como no caso de Antioquia, que foi totalmente colocada sob controle árabe local somente em 1899. Trata-se de igrejas independentes do ponto de vista administrativo, mas unidas na doutrina, na comunhão eclesiástica e no ritual, e diferente da Igreja Católica, onde existe um único centro cultural e administrativo (o Vaticano), predomina na ortodoxia grega a pluralidade de centros eclesiásticos e culturais. A celebração da missa e sacramentos é idêntica, variando apenas as notas locais acidentais, como o canto, a arquitetura dos templos, a arte iconográfica e a forma da cruz.

Saúde

    Em 2009 a Grécia era o país da União Europeia com mais médicos por mil habitantes (6,17 por mil habitantes), muito mais do que a Polônia, o país da União Européia com menos médicos por mil habitantes (2,16), e com uma grande diferença para o segundo colocado, a Áustria, que tem 4,85 médicos por mil habitantes. A Grécia gastava em 2010 10,25% do seu PIB em despesas de saúde, o oitavo país da União Européia que em proporção do PIB mais gastava, ou seja 12,12% das despesas totais do estado. Na Grécia havia em 2010 uma esperança média de vida de 80,39 anos, a sétima maior da União Européia.

    Apesar de toda a dinâmica nas ruas de Atenas, a verdade é que a Grécia não saiu da crise. A dívida, o desemprego e a chegada contínua de migrantes – que impacto tem tudo isto no setor da Saúde?

    No Hospital Yenimata, na capital grega, fomos ao encontro da patologista Marina Pagoni e do ativista Christos Daramilas, presidente da associação nacional de doentes da diabetes.

    “As coisas estão muito difíceis na Grécia. Há falta de enfermeiros e médicos. É preciso recrutar pessoal. Os hospitais necessitam também de verbas para poder comprar material, porque temos estado no limite”, aponta Pagoni. Para Daramilas, “um dos problemas é a falta de tempo dos médicos. Os doentes crônicos não têm um acompanhamento regular. Às vezes, têm de esperar 9, 10 meses.”

    O governo acabou de implementar o acesso gratuito a cuidados de saúde a gregos desempregados ou com muito baixos rendimentos e ainda a refugiados. Há quem critique a medida por alegadamente favorecer a criação de empregos que contornem o pagamento das cotizações sociais.

    O ministro da Saúde grego, Andreas Ksanthos, considera que “num Estado moderno, os cuidados de saúde devem ser um direito garantido para todos, tenham ou não seguro de saúde, estejam ou não a trabalhar, independentemente dos seus rendimentos. Nós temos insistido muito nesta ideia: esta legislação não vai facilitar a existência de um mercado de trabalho paralelo, nem a evasão fiscal.”

    A Grécia dispõe de recursos para sustentar esta iniciativa? “Nós acreditamos ter todos os meios financeiros para ir estabilizando progressivamente o sistema de saúde, para atualizar os serviços oferecidos e cobrir as despesas acrescidas na sequência desta legislação”, afirma Ksanthos.

    O especialista em Saúde Pública, Kyriakos Souliotis, acredita que a solução passa por deixar de fazer descontos especificamente para o setor da Saúde.
    “Sabemos que é necessária uma mudança massiva do sistema. Hoje em dia, o que se tenta fazer é apenas gerir a realidade que existe. Nós devíamos fazer a transição para um sistema assente num imposto geral, como acontece no Reino Unido e na Escandinávia, e garantir dessa forma a cobertura universal”, salienta este professor da Universidade do Peloponeso.

    Qualquer que seja o caminho adotado, a necessidade de fundos para a Saúde é uma questão urgente. Christos Daramilas sublinha que “o governo tem de ser capaz de apoiar os hospitais, de atribuir ajudas financeiras. É tudo uma questão de dinheiro. A falta de pessoal especializado vai levar ao colapso dos hospitais gregos e de todo o sistema.”

Agenda

    Atenas, 1 de agosto de 2013,

     

    Mis estimados amigos Griegos, Brasilenos y Filohelenos de Brasil, les saludo desde Atenas de Grecia,

    Tuve la oportunidad de conocer la obra del Sr. Eustaquio Andrea Patounas y su canal de TV y Radio “PROGRAMA GRÉCIA SEMPRE- Vida Inteligente TV”, via las recomendaciones muy buenas de parte del Dr. Georgios Tsoulfas, Abogado y Presidente de la Federacion de los Griegos Residentes de Sao Paulo de Brasil.

    Espiritu griego, lleno de inspiración, fuerza, progreso y contribucion para el acercamiento cultural entre los pueblos de Grecia y Brasil: el Sr. Eustaquio Andrea Patounas.

    Es lo que siempre decía; que importante es llamarse “Embajador real de tu pais”; es que un país es bello, cuando sus seres humanos que lo representan, en cualquier lugar del mundo, son lo mismo bellos.

    A través del Canal de la Television y Radio del Sr. Eustaquio Andrea Patounas en Florianópolis, expreso hoy mi deseo grande de viajar un dia hacia Florianapolis y organizar una misión cultural y de fraternización también entre nuestra O.N.G. Balkan Amfiktionia (www.amfiktionia.org), la Colectividad de los Griegos Residentes, la Parroquia Ortodoxa y una Escuela / Universidad de Florianapolis de Brasil, para poder compartir juntos los mismos sentimientos y acostumbres tradicionales, el mismo idioma, la misma danza y la misma energía de resucitar Grecia en Florianópolis!

    Mis mas calurosos saludos a todos ustedes,

    Εις το επανιδείν– Hasta la vista!

     

    Dr. Eleni G. Mantratzi
    Supreme Court Lawyer
    PhD Penal- Criminal Law, Democritus University of Thrace
    LLM Civil Law, National and Kapodistrian University of Athens

    Presidenta de Balkan Amfiktionia,
    Emmanouil Benaki 10, 105 64,
    Athens, Greece
    Tel: +30 210 321 54 92
    Fax: +30 210 321 56 05
    Mobile: +30 69 45 46 75 46
    E-mail: eleni@elenimail.com

     

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CURIOSIDADES

    1. A Grécia Antiga nasceu na região sul da Península Balcânica e também dominou outras regiões vizinhas como a Península Itálica, a Ásia Menor e algumas ilhas do Mar Egeu.
    2. Era formada por Estados separados, cada um centrado em torno de uma cidade. As duas maiores cidades foram Atenas e Esparta.
    3. Os pobres moravam em casas simples. Os ricos tinham casas enormes, com os aposentos em volta de um pátio. Havia cozinha, banheiro com encanamento e quartos separados para os homens, as mulheres e os escravos.
    4. O principal objetivo da educação grega era preparar o menino para ser um bom cidadão. Os gregos antigos não contavam com uma educação técnica para preparar os estudantes para uma profissão.
    5. As meninas não recebiam qualquer educação formal, mas aprendiam os ofícios domésticos e os trabalhos manuais com as mães.
    6. As oliveiras eram consideradas sagradas pelos gregos antigos, quem cortasse uma delas poderia ser condenado a morte.
    7. Os gregos cozinhavam com o azeite, usavam-no nas lamparinas e até tomavam banho nele.
    8. A idéia de um festival esportivo nos moldes das Olimpíadas surgiu na Era Antiga, aproximadamente 2500 a.C., quando os gregos realizavam festivais em honra a Zeus.
    9. A última Olimpíada da Era Antiga foi disputada em 393 d.C., quando o imperador Teodósio I proibiu a adoração aos deuses e cancelou os Jogos.
    10. A circuncisão era considerada grotesca e vergonhosa pelos gregos antigos.
    11. Os primeiros prostíbulos “oficiais” foram instituídos em Atenas por Sólon, que usou os tributos recolhidos para construir um templo para Afrodite Pandemia, deusa que velava pela prostituição. A idéia era deixar o sexo à disposição dos jovens para preservar as mulheres respeitáveis do adultério.
    12. Na cidade de Corinto, havia a prostituição sagrada. As servas sagradas pertenciam a templos dedicados à deusa do amor por toda a vida. Sua função era fazer sexo com quem pagasse e o dinheiro ficava para o templo.
    13. Existiam também as hetairas que eram prostitutas de luxo; belas, educadas, tocavam instrumentos musicais e dançavam. Exatamente o contrário das esposas, filhas e irmãs de cidadãos livres que eram pouco instruídas.
    14. Era crime alguém incitar uma mulher ateniense à prostituição, bem como vender filhas ou irmãs que fossem cidadãs atenienses.
    15. A moeda usada na Grécia Antiga era o Talento.

     

    Um dos aspectos mais curiosos da Grécia era a comunicação. Para enviar mensagens importantes dentro de seu território, era comum que as pessoas contratassem corredores profissionais, que desenvolveram grande velocidade e resistência.

    No ano de 490 a.C., um ateniense chamado Fidípedes teria corrido de Atenas até Esparta, cerca de 240 km, em apenas dois dias.

     

    Ultramarina

     

    Outra curiosidade envolve a parte ultramarina, pois constatou que as comunicações ultramarinas seguiam as rotas comerciais regulares e um navio mercante, sob condições favoráveis de tempo, conseguia alcançar até cerca de 100 quilômetros durante o dia claro.

    Por causa do tempo, uma carta de Atenas para Rodes, levada por mar, podia demorar de quatro dias a um mês para ser entregue.

     

    Meta da educação

     

    A educação grega era diferenciada entre os sexos. As meninas não recebiam qualquer educação escolar formal, mas aprendiam os ofícios domésticos e trabalhos manuais com as mães.

    O principal objetivo da educação grega era preparar o menino para ser um bom cidadão. Em conseqüência disso, variava de uma cidade-Estado para outra, conforme as várias idéias que se tinha a respeito da formação de um bom cidadão.

    Os gregos antigos não contavam com uma educacão técnica para preparar os estudantes para a profissão ou negócio.

     

    Democracia

     

    Outro aspecto interessante era que como parte da vida cotidiana dos gregos, havia a, ainda hoje, discutida democracia grega. Se o termo atualmente se mantém como a melhor forma de governo, de acordo com a vontade da maioria, na Grécia, o alcance dessa expressão era bem relativo.

    Na época de Péricles (460/429 a.C.), quando ele governou Atenas por 30 anos, havia a chamada democracia escravista. A cidade-Estado atingiu o apogeu de sua vida política e cultural, tornando-se a mais proeminente da Grécia.

     

    COMO VIVIA O POVO GREGO NA ANTIGUIDADE

    De modo geral, o homem grego passava o dia fora de casa. Ocupava o tempo trabalhando, fazendo compras ou conversando com os amigos sobre política e outros assuntos.

    A mulher ficava em casa, cuidando da roupa e da alimentação e organizando o trabalho dos escravos; era ela quem administrava as tarefas da casa.

    Comparadas com as de hoje, as casas eram pequenas e sem conforto. Mas isso tinha pouca importância, pois, em razão da suavidade do clima, a maior parte das atividades diárias era desenvolvida fora de casa. Construídas com uma mistura de pedregulho e terra cozida, as paredes eram tão frágeis que os ladrões eram chamados de “arrombadores de paredes”, pois eles simplesmente escavavam uma passagem nelas para entrar em casa.

    Nas pequenas janelas não havia vidros e, no inverno, elas eram fechadas com madeira. As cozinhas eram raras e os alimentos eram preparados ao ar livre.

    Na Grécia Antiga não havia residências luxuosas. Mesmo um grande general, como Temístocles, vivia numa casa simples, igual à de seus vizinhos. Os homens ricos não eram respeitados pela ostentação, mas pelo que davam aos deuses e à cidade para custear os festivais públicos.

    Nas cidades havia numerosas construções publicas. As principais eram Odéon, consagrado aos exercícios de música; os teatros, onde se representavam tragédias e comédias; os ginásios, que, de inicio eram usados como lugares de treinamento e, depois, passaram a ser os lugares onde os filósofos davam suas lições ao ar livre; os estádios, onde se efetuavam as corridas a pé e outros exercícios, e os templos, onde eram cultuados os deuses.

    As casas ficavam dispersas, sem nenhum alinhamento, atrás dos templos e de outros monumentos. As ruas eram estreitas e sinuosas. As condições de higiene eram precárias: quase não havia esgotos e todo o lixo era jogado nas ruas para ser apanhado pelos cães.

    Ao se levantar, os gregos comiam pão embebido em vinho diluído com água; no almoço, comiam pão com queijo de cabra ou azeitona e figos; o jantar consistia de uma sopa de cevada e pão de cevada. Às vezes, comiam também legumes preparados em azeite de oliva e algumas aves caçadas no campo.

    Nas famílias mais ricas, jantar era quase igual, mas o pão era de trigo e, as vezes, havia também peixe, lingüiça, queijo com mel e nozes, bolos e frutas secas.

    Carne só em ocasiões especiais e depois de rituais. Nessas ocasiões, cabras e cordeiros eram sacrificados no pátio das casas. As vísceras e gorduras eram queimadas no altar como oferenda aos deuses, e a carne, depois de assada, era servida aos presentes. Só nos grandes festivais da cidade se comia carne bovina. Depois do sacrifício, a carne era distribuída entre os pobres.

    A principal bebida dos gregos era o vinho. Mas eles não bebiam puro; preferiam mistura-lo com água e, antes de bebê-lo , costumavam derramar algumas gotas no chão como oferenda aos deuses.

    Os gregos comiam muito pão, e para adoçar a comida ou bebida utilizavam o mel.

    As roupas usadas pelos gregos eram simples. À parte a qualidade dos tecidos, todos se vestiam da mesma maneira, com roupas fáceis de pôr e tirar. Os camponeses usavam uma veste curta, feita da pele de animais.

    Cabia às mulheres à tarefa de tecer o pano para fazer as roupas, tanto nas famílias ricas quanto nas pobres. Eram elas que fiavam, tingiam e teciam a lã: a peça que saía do tear estava pronta para ser usada. Não era preciso cortar nem costurar.